Jesus nasceu! Ele é o centro da festa!

A iluminação da cidade nos revela que é chegado o tempo. A correria da vida, os shoppings lotados, o cardápio diferenciado. Alguns abraços apertados, outros nem tanto assim. Apertos de mãos amigáveis, a reunião da família, os encontros dos amigos. O Natal é tudo isso!

Jesus nasceu! Ele é o centro da festa! – dizem alguns enquanto arrumam suas casas, compram novas roupas e saúdam o aniversariante. Outros, preferem não se entregar às comemorações, mas não negam a euforia do momento enquanto participam dos debates sobre o paganismo, a data correta para a comemoração e saboreiam panetones e rabanadas típicas do momento. O Natal é tudo isso!

Seja lá a forma como decidimos passar os dias de dezembro, é inevitável a expectativa que o novo ano nos traz. Paramos, refletimos, avaliamos. O tempo é propício para análise da vida. As estações passaram, e cada uma cumpriu o seu propósito. Toda a criação declarou a existência de Deus, e você? Comemorando ou não o Natal, preciso te fazer uma pergunta. Jesus nasceu em sua vida?

Não é sobre aceitá-lo. É entender se, de fato, ele foi o Rei em sua existência. Sua vida declarou a existência de um criador SOBERANO? Durante este ano de 2019, você o percebeu?  Ok, este não foi um ano fácil. Mas deixe-me te dizer algo: a mensagem do Natal é sobre o Emanuel, Deus conosco.

Chegou a hora de reconhecê-lo em sua história. Ele estava lá no dia em que você recebeu seu diagnóstico, no dia em que descobriu que foi traída. Ele viu você chorar, ele viu as portas que se fecharam. Jesus estava quando você venceu o medo de dirigir, ou quando tirou nota 10 naquela prova difícil, comemorou suas conquistas mais do que qualquer outra pessoa. Ele estava presente quando seu peito apertou pela angústia ou quando seus olhos não continham mais suas lágrimas, ele viu o não que roubou seu sorriso.

Por favor, não me venham com o discurso de humanizar Deus! Compreendam que há um chamamento do Pai para que seus filhos assumam a identidade do Reino. Se Jesus chorou por um amigo (Jo 11.35), não o faria por nós? Se o Pai entregou seu Filho para provar seu amor, não nos assistiria em nossas dores e fracassos (I Jo 4.14)? Não celebraria nossas conquistas?

“Porque um menino nos nasceu, um filho se nos deu, e o principado está sobre os seus ombros, e se chamará o seu nome: Maravilhoso, Conselheiro, Deus Forte, Pai da Eternidade, Príncipe da Paz”. (Is 9.6)

É um plano de redenção que começou com renúncia. É uma história de amor que culminou numa entrega sem reservas. É um presente diário de comunhão com o Pai. É o verbo que se fez carne e habitou entre nós. É o Deus conosco que passou a ser Deus em nós. O Natal é tudo Isso! E todo dia é dia de celebrar!

 

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