Autoestima (Parte2)

Os modelos que recebemos diariamente são importantes para contribuir com a formação de nossa autoestima. Mas os modelos que surgem em nossas primeiras experiências de vida, como na infância, o contato com os pais e irmãos, a vivência na escola, ou com qualquer outra pessoa, marcam para toda uma vida.

Sabe aquelas regras que experimentamos na família, tipo o olhar do pai para algo que um filho faz de errado, sentar-se à mesa só após o pai, pedir benção aos pais e avós?… Então, chamamos isso de código particular. Esses códigos criados em nossa família, ficam para sempre e fazem parte, também, de nossa autoestima.

A partir daí, começam a surgir as dificuldades de relacionamento, porque pensamos que todos são iguais, com as mesmas regras/códigos e hierarquias. Um exemplo, que é fato, é o caso de namorados, que ao visitarem um a casa do outro, para um almoço e percebem que costumes e hábitos são diferentes.

Costumes como, não tomarem bebidas durante a alimentação, servirem o mais velho primeiro e outras situações. Tudo isso vai moldando nossa autoestima…

O estado de nossa autoestima se está alta ou baixa, é o que vai dirigir como vamos nos sentir, frente às situações. Se vamos aceitar os códigos do outro ou não.

O processo de psicoterapia faz uma investigação, revelando esses códigos, trazendo-os para a consciência, para que assim possamos decidir o que fazer cm eles, quais modificar e quais preservar.

Carmen Pires é psicóloga, psicopedagoga, consultora em Gestão de Pessoas e membro da Primeira Igreja Batista de Campo Grande (RJ).

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