A Fonte de Boas Águas!

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Era um dia de intenso calor, em pleno verão, como tantos outros, no deserto de Berseba; a escassez de águas nos rios e, consequentemente de alimentos, representava para muitos, morte eminente.

Para certa mulher, mãe, acostumada a ter provisões, este é um dia jamais imaginado. Sem rumo certo (“vagava pelo deserto” – Gn 21.14) , sedenta, com um filho pré adolescente, faminto e angustiado, ela chorava, lamentando a sua sorte: como suportaria ver seu filho morrer? Contudo, o que ela não sabia, era dos propósitos maiores do Senhor, maior que o deserto em sua sequidão, maior que suas necessidades e que a morte eminente…

O Senhor a chama, fala sobre coisas novas em que o desespero e a morte não têm lugar, abre seus olhos e ela enxerga a Fonte de Boas Águas ( v 19).

Não poucas vezes, esse quadro se repete, vidas errantes, sem esperanças, famintas, tristes, sedentas, desesperadas. Assim como aconteceu com Hagar, o Senhor nos chama para coisas novas, para Seus projetos, jamais frustrados por escassez ou qualquer outra coisa. Ele é Soberano e nos oferece, como Ato gracioso, Sua Fonte, a de água que sacia, água Viva!

Não tenha o deserto como um fim em si mesmo, não desista, ouça a Voz do Alto, olhe, perceba, enxergue a Fonte, ela lhe sacia hoje, para todo o sempre, Amém!

Lídia Lopes é pastora, bacharel em Teologia pelo Seminário Teológico Batista do Sul do Brasil, com convalidação na Escola Superior de Teologia (RS). Professora de Hermenêutica e Visão Panorâmica do AT e NT no Seminário Teológico do Oeste e Palestrante.

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