A boa mão do nosso Deus é sobre todos que o buscam!

Deve haver uma coerência entre o que pregamos e o que vivemos, uma ligação entre a nossa fé e o estilo de vida que levamos, contudo, este é o maior dos desafios da igreja contemporânea. Conciliar a verdade das escrituras ao nosso dia a dia é o que faz de nós verdadeiros cristãos.

Colocar a nossa fé em ação requer de nós um olhar focado no céu, muito além das nossas circunstâncias ou dificuldades, afinal, Deus não trabalha limitado por coisa alguma, mas pautado em sua soberania e majestade.

Esdras experimentou isso, ao conduzir a segunda expedição dos cativos de Israel na volta a Jerusalém, precisou colocar a fé em ação e confiar no cuidado de Deus. Posso imaginar o escriba, com a grande responsabilidade de viver sua própria pregação, e influenciar a outros, conduzindo-os a buscar ao Senhor afim de encontrar segurança e auxílio.

“Então, apregoei ali um jejum junto ao rio Aava, para nos humilharmos perante o nosso Deus, para lhe pedirmos jornada feliz para nós, para nossos filhos e para tudo que era nosso.Porque tive vergonha de pedir ao rei exército e cavaleiros para nos defenderem do inimigo no caminho, porquanto já lhe havíamos dito: A boa mão do nosso Deus é sobre todos os que o buscam, para o bem deles; mas a sua força e sua ira, contra todos os que o abandonam. ” Esdras 8.21 e 22

O fato é que o povo de Israel era conhecido como povo separado e escolhido de Deus. Ainda assim, Esdras enfatiza isso ao rei através de uma “pregação” simples, mas cheia de verdades: A boa mão do nosso Deus é sobre todos os que o buscam.

Então chega a hora de preparar a viagem e fazer os últimos ajustes. E é esse momento em que Esdras se lembra dos perigos que irá enfrentar pelo caminho. Recomeços são prazerosos, mas dão trabalho; são necessários, mas causam temores, fazem parte da história; mas sempre que possível hesitamos. Ele seguiu, preferiu buscar ao Senhor a pôr em dúvida sua pregação; escolheu unir forças em oração a semear desconfiança. Se titubeou? Se envergonhou, e deu vida a sua fé quando decidiu partir confiado em Deus.

O jejum e a oração foram os combustíveis usados para que a engrenagem da fé movesse o povo em direção a Jerusalém, e deve ser utilizado por nós sempre que estivermos diante dos dilemas que tentam minar nossa confiança, trazendo incoerência entre nossa fé e nossas ações, a fim de nos levar em direção ao centro da vontade de Deus.

“No dia em que eu temer, hei de confiar em ti. ” Salmos 56.3

Joyce Consoli é casada, mãe de três filhos; congrega na Igreja Batista Shalom em Brasília; e atua no Ministério de Louvor e pregação da Palavra.

Comments

1 comentário
  1. Avatar
    posted by
    Renata Muniz
    out 18, 2016 Reply

    Boa tarde!! minha amiga,palavra abençoada continue publicando seus artigos edificam muito a minha fé, sei que a oração e jejum tem poder,você esta sendo canal para muitas vidas que o senhor cubra sua casa e sua família amem.

Deixe um comentário

O seu endereço de e-mail não será publicado. Campos obrigatórios são marcados com *